Ruslan foi o primeiro a agir. Podia não ser um guerreiro, no entanto era rápido no pensamento e sabia que lutava contra um oponente formidável. Sua mente astuta – treinada com anos de pratica na politicagem de Riddarie – avaliou rapidamente sua condição e logo soube que precisava fazer o primeiro movimento, explorar a vulnerabilidade do irmão que fora criada pelo Fäinnur. Decidiu investir em carga contra seu adversário para então recuar rapidamente, tentaria derrubar o irmão e torcia para que seu próprio corpo destreinado e exausto agüentasse as intempéries de um combate. Respirou fundo e então correu em direção ao inimigo, com a espada levantada acima da cabeça e soltando o mais alto brado que conseguiu produzir com seu pulmão exaurido, procurando encontrar coragem e forças. Sem que notasse, era ajudado pela estranha magia das rochas verdes, que pareciam apenas querer a discórdia.
I think void is a pretty cool guy, eh sends things to nowhere and doesn't afraid of anything
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sábado, 4 de setembro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
Taháinn - O Sacrificio (parte 2)
Taháinn virou-se, primeiro por susto, movido pelo instinto; aquele era o ultimo lugar o qual esperava ser descoberto e, por isso, fora surpreendido pelo brado. Porém, em meio ao movimento giratório que fez para volver-se, acabou por identificar a voz do homem que o chamava. Uma voz familiar, que ouvira por toda a sua vida e que, há menos de uma semana, passara a odiar. Quando terminou sua meia volta – um esboço daquela que havia aprendido em seus tempos de recruta, já que sua perna defasada o impossibilitava de movimentos amplos – não mais estava com a expressão atônita dos surpreendidos em sua face. Exibia um meio sorriso, um misto de triunfo e perversidade. Era como se olhasse para um inseto particularmente nojento a ser esmagado e sentisse um prazer cruel no exercício deste poder; foi apenas uma das coisas a fazer com o recém chegado que passaram por sua mente insana. Refreou o imensurável instinto assassino que começava a se apoderar de seu corpo e causar-lhe tremeliques, limitando-se a fitar os olhos daquele que havia acabado de chegar com uma calma perturbadora.
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Taháinn - O Sacrificio (parte 1)
O pesado escarpe do cavaleiro levantou a poeira vermelha e antiga - que se acumulara durante eras naquele chão irregular - assim que o primeiro passo foi dado para dentro da caverna. Sua armadura completa tiniu e rangeu conforme as placas que a compunham roçavam-se e estalavam, efeito que acabava por resultar em um som alto e perturbador devido ao eco produzido pelo lugar. O espadachim prendeu a respiração, temendo, em seu intimo, que houvesse alertado alguma criatura habitante das vastidões daqueles túneis a qual pudesse representar alguma ameaça para sua profana empreitada. Riu de si mesmo, devido ao temor impensado que havia o acometido. Sabia que agora nada poderia representar-lhe perigo e, além do mais, acabou por constatar que as velhas lendas eram verdadeiras: nenhum ser vivo tinha como morada as amaldiçoadas cavernas de Hellad-Kuzartel. Não havia ali criatura fantástica e tampouco corriqueiros morcegos - tão comuns a esse tipo de ambiente -. Contudo, mesmo que do contrario fosse, mesmo que a morte ali habitasse, não haveria problema... A escuridão estava ao seu lado.
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
O Bardo e o Barbaro
– Este caminho vai ao longe, continua sempre em frente. Mas sugiro meia volta. Assim mesmo, de repente.
A frase cortou a conversa barulhenta do grupo que seguia estrada adiante e os fez estacar, não por medo do que era dito, mas pela inesperada sugestão. Era um dia bonito e calmo naquela região: pássaros murkhala piavam de suas tocas no paredão rochoso, nuvem alguma ousava atravessar o sol, pequenos insetos rastejavam com sofreguidão devido à proximidade de pessoas e uma brisa agradável atravessava aquela região montanhosa. O grupo maltrapilho – portando equipamento de baixa qualidade e contrastando com a paisagem – não havia avistado uma alma sequer, naquele dia ou no anterior, portanto não era de se espantar, diante de tal calmaria, que pelo menos três dos homens pensaram estar lidando com um fantasma.
A frase cortou a conversa barulhenta do grupo que seguia estrada adiante e os fez estacar, não por medo do que era dito, mas pela inesperada sugestão. Era um dia bonito e calmo naquela região: pássaros murkhala piavam de suas tocas no paredão rochoso, nuvem alguma ousava atravessar o sol, pequenos insetos rastejavam com sofreguidão devido à proximidade de pessoas e uma brisa agradável atravessava aquela região montanhosa. O grupo maltrapilho – portando equipamento de baixa qualidade e contrastando com a paisagem – não havia avistado uma alma sequer, naquele dia ou no anterior, portanto não era de se espantar, diante de tal calmaria, que pelo menos três dos homens pensaram estar lidando com um fantasma.
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
Sobre Cmyvllaeth
Agora que Deathaholic já deu um panorama geral da ambientação medieval dele, creio que chegou a minha vez de falar sobre o que ando criando. Porém, temo que meu mundo esteja ainda num estado por demais primitivo, muito ainda não foi definido e muito coisa ainda pode ser mudada. Contudo, tentarei citar algumas coisas que já foram decididas e com isso tentar mostrar uma imagem geral e o rumo o qual pretendo seguir.
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